A Consulta do Hálito - MATO GROSSO

A consulta do hálito é composta por três fases:
- na primeira fase se investiga o diagnóstico etiológico;
- na segunda fase institui a terapêutica específica;
- na terceira fase, monitora as medidas dirigidas à manutenção dos resultados obtidos.

Em alguns casos raros, pode-se efetivamente não se confirmar a halitose. O paciente tem a percepção do mau hálito, mas os resultados negativos em todas as medições efetuadas excluem o diagnóstico.

Trata-se de uma alteração da percepção do odor de origem neuropsíquica, cujo tratamento pode requerer o recurso a técnicas de psicoterapia.
A primeira fase geralmente compreende uma ou duas consultas que o profissional elabora a história clínica do paciente e de forma individualizada pode solicitar diferentes exames auxiliares de diagnóstico, nomeadamente:
- Exame da halimetria com Oralchroma ® para estudo computadorizado do hálito.
- Sialometria (estudo da função das glândulas salivares em repouso, com um estímulo mecânico e eventualmente com um estímulo farmacológico).
- Teste bioquímico BANA ®, identificativo da presença de bactérias associadas à doença periodontal (Bacteroides forsythus, Treponema denticola e Porphyromonas gingivalis) e à produção de diversos odorivectores causadores de halitose.
- PHmetria da língua,
- Teste colorimétrico Halitox ®
- Teste genético de susceptibilidade da doença periodontal.
- Outros exames (hemograma, glicemia de jejum, ureia, creatinina, ácido úrico, perfil lipídico, urina tipo II, proteína C reactiva, teste do desafio da colina, teste da ureia, teste do permanganato, anticorpos anti-nucleares, prova do látex, Waller Rose, sialografia das glândulas salivares, biopsia do lábio, etc…).
A segunda fase inicia-se com a instituição da terapêutica adequada às causas individuais apuradas na primeira fase.
Esta fase é caracterizada pela prescrição de medicamentos, orientações individuais de higiene e alimentação, sessões de profilaxia e higiene oral e nasal, intervenções terapêuticas médicas e cirúrgicas eventualmente necessárias, acompanhamento com recurso a novos exames auxiliares de diagnóstico com o fim de confirmar evolução positiva, instrução ao paciente dos fatores condicionantes da sua halitose, entre outros.
Esta fase compreende geralmente uma consulta por mês durante um período de quatro a seis meses.

A 3ª fase é variável, podendo até não existir, dependendo da necessidade ou não de realizar consultas de controle ao longo da vida

 

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